segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O Contrário do Amor


Vou postar um texto que não é meu, mas gostei muito.
''O contrário de bonito é feio, de rico é pobre, de preto é branco, isso se aprende antes de entrar na escola. Se você fizer uma enquete entre as crianças, ouvirá também que o contrário do amor é o ódio. Elas estão erradas. Faça uma enquete entre adultos e descubra a resposta certa: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.

O que seria preferível, que a pessoa que você ama passasse a lhe odiar, ou que lhe fosse totalmente indiferente? Que perdesse o sono imaginando maneiras de fazer você se dar mal ou que dormisse feito um anjo a noite inteira, esquecido por completo da sua existência? O ódio é também uma maneira de se estar com alguém. Já a indiferença não aceita declarações ou reclamações: seu nome não consta mais do cadastro.

Para odiar alguém, precisamos reconhecer que esse alguém existe e que nos provoca sensações, por piores que sejam. Para odiar alguém, precisamos de um coração, ainda que frio, e raciocínio, ainda que doente. Para odiar alguém gastamos energia, neurônios e tempo. Odiar nos dá fios brancos no cabelo, rugas pela face e angústia no peito. Para odiar, necessitamos do objeto do ódio, necessitamos dele nem que seja para dedicar-lhe nosso rancor, nossa ira, nossa pouca sabedoria para entendê-lo e pouco humor para aturá-lo. O ódio, se tivesse uma cor, seria vermelho, tal qual a cor do amor.

Já para sermos indiferentes a alguém, precisamos do quê? De coisa alguma. A pessoa em questão pode saltar de bung-jump, assistir aula de fraque, ganhar um Oscar ou uma prisão perpétua, estamos nem aí. Não julgamos seus atos, não observamos seus modos, não testemunhamos sua existência. Ela não nos exige olhos, boca, coração, cérebro: nosso corpo ignora sua presença, e muito menos se dá conta de sua ausência. Não temos o número do telefone das pessoas para quem não ligamos. A indiferença, se tivesse uma cor, seria cor da água, cor do ar, cor de nada.

Uma criança nunca experimentou essa sensação: ou ela é muito amada, ou criticada pelo que apronta. Uma criança está sempre em uma das pontas da gangorra, adoração ou queixas, mas nunca é ignorada. Só bem mais tarde, quando necessitar de uma atenção que não seja materna ou paterna, é que descobrirá que o amor e o ódio habitam o mesmo universo, enquanto que a indiferença é um exílio no deserto.''

Estar sozinho.




O melhor de estar sozinho é não dever explicações. O melhor de estar sozinho é fazer o que quiser. É farrear até de madrugada, acordar a hora que quiser, e jogar as roupas em qualquer canto. Não precisar se manter constantemente arrumado e perfumado. Não precisar lembrar datas e comprar presentes. O melhor de estar sozinho, é ficar com bem entender, e contar pra quem quiser. É falar sem ter medo de magoar alguém, é pedir meia porção de comida, é ver o programa que desejar na televisão. O melhor de estar sozinho, é escolher entre som alto e silêncio profundo. É jogar toalha em cima da cama ou deixar cabelos enrolados por todos os cantos. É escolher o filme que quiser alugar, o restaurante pra almoçar, e a cerveja quando quiser tomar. É não ter quem cobrar o que quiser e precisar de você. É lavar pouca louça, comer no sofá, jantar um pãozinho. Esquecer se as janelas estão abertas ou fechadas, e não levar bronca por isso. O melhor de estar sozinho, é não ter ninguém para fazer as coisas que mais nos irrita.
O pior de estar sozinho, é sentir falta dessas mesmas coisas.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Falar mal do próximo, não te torna melhor.


Alguém já dizia...


'' Chamar alguém de feio não te deixa mais bonito;

Ficar sem comer não te deixa um palito;

Excluir uma pessoa não te torna mais popular;

Não são as marcas que vão te rotular;

Xingar alguém de gordo não te emagrece;

Dizer que uma pessoa é triste não traz felicidade;

Falar que alguém é fraco não te fortalece;

Dizer que uma pessoa é metida não te traz a humildade;

Falar que alguém é insignificante não te engrandece;

Dizer que uma pessoa é falsa não te leva à verdade;

Dinheiro não compra felicidade;

Conhecer muita gente não é o mesmo que ter amigos;

Ser famoso é diferente de ser querido;

Sexy não é o mesmo que vulgar;

Atração é diferente de amar…''


É certo que pensar em si mesmo é praticamente... Ser humano. Mas tentar diminuir os outros não nos melhora em nada. Então não há motivos para tais atos que podemos evitar (: